Relator do projeto, deputado Gilson de Souza apresentou foto favorável

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) realizou, nesta segunda-feira (24), mais uma reunião ordinária na Sala Arnaldo Busato, para análise do Projeto de Lei nº 504/2025. A proposta institui o “Cordão de Tulipa” como símbolo e instrumento auxiliar na identificação de pessoas com Parkinson no Estado do Paraná.
O deputado Gilson de Souza (PL) foi o relator da matéria e apresentou voto favorável. Após a leitura do relatório, os parlamentares membros da comissão aprovaram por unanimidade a proposta, que segue agora para continuidade de sua tramitação nas demais etapas legislativas.

Gilson ressaltou a importância da iniciativa para ampliar a visibilidade, o respeito e o acolhimento às pessoas com Doença de Parkinson, condição que muitas vezes envolve limitações motoras, cognitivas ou psicossociais que não são perceptíveis à primeira vista. O parecer do deputado enfatizou que a medida fortalece o atendimento preferencial e contribui para um suporte mais humanizado.
O projeto – De acordo com o texto do projeto, que tem o deputado Nelson Justus com autor, o Cordão de Tulipa será composto por uma faixa estreita verde estampada com tulipas vermelhas, símbolo internacionalmente associado à conscientização sobre o Parkinson. O uso do cordão tem por objetivo sinalizar que seu portador pode necessitar de atendimento prioritário ou auxílio específico nos diferentes espaços públicos e privados
O projeto também estabelece que a identificação deverá ser amparada por laudo médico, e reconhece a pessoa com Parkinson como pessoa com deficiência sempre que suas limitações comprometerem a participação plena na sociedade, em conformidade com o modelo biopsicossocial previsto na legislação federal.

Para o deputado Gilson, a aprovação unânime na comissão demonstra o comprometimento da Assembleia Legislativa com políticas públicas que ampliem a dignidade e a proteção das pessoas idosas e das pessoas com doenças neurodegenerativas. “Este projeto tem profundo alcance social e reafirma a responsabilidade do Parlamento em garantir respeito, autonomia e cuidado a quem mais precisa”, finalizou.













