Deputado estadual afirma que ofensas à Bíblia Sagrada e à fé de milhões de brasileiros não podem ser tratadas como simples opinião e classifica episódio como grave afronta à liberdade religiosa

O deputado estadual Gilson de Souza (PL) manifestou repúdio às declarações ofensivas feitas pelo jornalista José Carlos Magdalena, da rádio EP FM, de Araraquara (SP), durante programa transmitido nesta terça-feira (07). Segundo a repercussão do caso, o comunicador atacou a Bíblia Sagrada, fez ofensas à religião cristã e utilizou expressões de deboche contra Deus, gerando forte indignação entre cristãos em todo o país.

Para Gilson de Souza, o episódio ultrapassa os limites da liberdade de expressão e representa um grave desrespeito à fé professada por milhões de brasileiros. Pastor evangélico e parlamentar reconhecido pela defesa da vida, da família e da liberdade religiosa, o deputado afirmou que não é aceitável naturalizar ataques à Bíblia e aos símbolos sagrados da fé cristã.

“Como cristão, pastor e homem público, não posso me calar diante de uma fala tão ofensiva contra aquilo que milhões de brasileiros professam com fé, temor e amor. A Bíblia não é um livro qualquer. A Bíblia é a Palavra de Deus, fonte de verdade, esperança e transformação para incontáveis vidas”, declarou Gilson de Souza.

Durante o programa, o jornalista chamou a Bíblia de “livrinho idiota”, afirmou que “a religião é demoníaca” e ainda repetiu as ofensas mesmo após ser alertado, ao vivo, por outro apresentador sobre o risco de intolerância religiosa.

As falas repercutiram nacionalmente e também motivaram uma nota pública de repúdio da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, que classificou o episódio como agressão à consciência de fé do povo brasileiro e cobrou retratação pública, além de providências cabíveis.

O deputado Gilson ressaltou ainda que o respeito à fé é um princípio indispensável em uma sociedade democrática. “O Brasil precisa de mais respeito e responsabilidade, não de ataques covardes contra os cristãos e contra a Palavra de Deus. A fé cristã merece ser respeitada, assim como todo cidadão tem o direito de professar sua crença sem ser alvo de escárnio, intolerância ou humilhação pública”, finalizou.