Ao lado do vereador Pastor Andreis, deputado oficializou a entrega de dois Kits Multimodalidade e destacou que o mandato já destinou mais de R$ 3,4 milhões ao município
O deputado estadual Gilson de Souza cumpriu agenda nesta terça-feira (27), em Piraquara, para oficializar a entrega de R$ 90 mil destinados à aquisição de dois Kits Multimodalidade para a Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude. O ato foi realizado no gabinete do prefeito Professor Marquinhos e contou com a presença do vereador Pastor Andreis, importante liderança local e parceiro do mandato no município, além do secretário municipal de Esportes, Joselei Inacio Vilas Boas.
A entrega reforça o compromisso do deputado Gilson com investimentos que chegam diretamente à população, especialmente em áreas que impactam crianças, adolescentes, jovens e famílias. Os Kits Multimodalidade serão utilizados para fortalecer as atividades esportivas, recreativas e de lazer desenvolvidas pelo município.
Durante a agenda, o deputado destacou que a entrega faz parte de um conjunto de ações realizadas em favor de Piraquara. De acordo com o levantamento do mandato, já foram destinados R$ 3.4 milhões ao município, sendo R$ 1.9 milhões já liberados e R$ 1.5 milhões em andamento. Os investimentos contemplam áreas como educação, saúde, infraestrutura, esporte e eventos.
“Hoje estamos aqui para entregar mais uma conquista concreta para Piraquara. São R$ 90 mil em dois Kits Multimodalidade, que vão fortalecer o esporte, o lazer e o trabalho com a juventude. Esse é o papel do nosso mandato: buscar recursos, trabalhar em parceria e fazer com que os investimentos cheguem na ponta, melhorando a vida das pessoas”, afirmou o deputado Gilson de Souza.
A parceria com o vereador Pastor Andreis foi destacada como fundamental para o levantamento das demandas e para a articulação de recursos junto ao Governo do Estado. Segundo o parlamentar, o trabalho conjunto tem permitido que Piraquara seja contemplada em diferentes frentes, com atenção especial à educação.
“Quero reconhecer o trabalho do vereador Pastor Andreis, que é uma liderança presente, atuante e comprometida com Piraquara. É por meio dessa parceria séria, ouvindo as necessidades da população e dialogando com o município, que conseguimos transformar demandas em conquistas reais”, ressaltou Gilson.
Entre os principais investimentos destinados pelo mandato, a educação ocupa posição de destaque, com quase R$ 1 milhão em recursos para escolas, tecnologia, reformas, manutenção e melhorias estruturais. O levantamento inclui recursos para construção de quadra poliesportiva, laboratórios de informática, kits Educatron, kit tecnológico, ar-condicionado e ações do Programa Escola Mais Bonita em unidades como o Colégio Vila Macedo, Colégio Iedo Nespolo, CEEBJA Dr. Mário Faraco, Colégio Estadual Mário B. T. Braga, Colégio João Batista Vera e Escola João Batista Salgueiro.
Para o vereador Pastor Andreis, a entrega representa mais um avanço para o município e demonstra a importância da parceria com o deputado Gilson. “Piraquara tem recebido atenção, respeito e resultados por meio do trabalho do deputado Gilson de Souza. Essa entrega para o esporte é muito importante, mas também precisamos destacar os investimentos na educação, na saúde e em outras áreas. É uma parceria que tem ajudado o nosso município e que continuará trazendo bons frutos para a população”, afirmou o vereador.
O prefeito Professor Marquinhos agradeceu a presença do deputado e destacou a importância dos recursos para fortalecer as políticas públicas municipais. “Recebemos com alegria mais esse investimento para Piraquara. O esporte é uma ferramenta de inclusão, cidadania e formação dos nossos jovens. Agradecemos ao deputado Gilson de Souza e ao vereador Pastor Andreis por esse olhar atento às necessidades do município e pela parceria com a nossa cidade”, declarou o prefeito.
O secretário municipal de Esportes, Joselei Inacio Vilas Boas, também ressaltou o impacto da entrega para as ações desenvolvidas pela pasta. “Esses Kits Multimodalidade vão contribuir diretamente com as atividades da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude. São equipamentos que ampliam as possibilidades de atendimento e fortalecem o trabalho realizado com a nossa comunidade. É um investimento importante e muito bem-vindo”, disse.
Além do esporte e da educação, o balanço dos recursos destinados a Piraquara também inclui investimentos na saúde, como ambulância avançada, ambulância de suporte básico e micro-ônibus; na infraestrutura, com pavimentação urbana e paralelepípedos; além de recursos voltados a eventos e iniciativas que movimentam o município.
Ao final da agenda, o deputado Gilson reafirmou o compromisso de seguir trabalhando por Piraquara, em parceria com as lideranças locais. “Nosso compromisso é continuar presente, ouvindo a população e trabalhando para que Piraquara receba cada vez mais investimentos. Quando há parceria, responsabilidade e compromisso público, os resultados aparecem”, concluiu.
Iniciativa do deputado Gilson de Souza busca ampliar respeito, visibilidade e atendimento humanizado aos pacientes
Tramita na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) o Projeto de Lei nº 488/2026, de autoria do deputado estadual Gilson de Souza (PL), que institui o cordão de fita com desenhos de borboletas e/ou laços na cor roxa como instrumento auxiliar de identificação de pessoas com fibromialgia no Estado.
A proposta prevê que o uso do cordão seja facultativo para pessoas diagnosticadas com fibromialgia, bem como para seus acompanhantes e atendentes pessoais. O objetivo é facilitar a orientação em espaços públicos, estabelecimentos privados e serviços de atendimento, contribuindo para reduzir constrangimentos e ampliar a conscientização sobre a doença.
A fibromialgia é uma condição crônica que pode provocar dores generalizadas, fadiga intensa, distúrbios do sono, alterações cognitivas e outros sintomas que impactam diretamente a qualidade de vida. Por ser uma doença muitas vezes invisível, os pacientes enfrentam dificuldades para ter suas limitações reconhecidas.
Segundo Gilson de Souza, o cordão representa uma medida simples, mas de grande alcance social. “A fibromialgia é uma dor que nem sempre aparece aos olhos da sociedade, mas que impõe desafios diários a milhares de pessoas. O cordão de identificação é um instrumento de respeito, orientação e conscientização”, afirmou o deputado.
A iniciativa se soma a outras ações do parlamentar em defesa das pessoas com fibromialgia. Gilson é um dos autores da Lei Estadual nº 22.278/2024, que reconhece as pessoas com fibromialgia como pessoas com deficiência no Paraná. Também tramita na Alep o Projeto de Lei nº 126/2025, de autoria do deputado que institui a Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia.
“Nosso compromisso é transformar o reconhecimento legal em medidas práticas, que garantam mais dignidade, inclusão e atendimento humanizado às pessoas com fibromialgia”, destacou Gilson.
O PL nº 488/2026 foi apresentado nesta semana na Alep e encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alep.
Encontro realizado na Alep reuniu pacientes, especialistas e representantes do poder público para debater atendimento, diagnóstico, identificação oficial, inclusão e políticas públicas para pessoas com fibromialgia
A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) realizou, nesta quarta-feira (20), uma audiência pública para debater a fibromialgia e os desafios enfrentados por pacientes para garantir, na prática, direitos já reconhecidos em lei. Proposto pelo deputado estadual Gilson de Souza (PL), o encontro teve como tema “Fibromialgia e as consequências da Lei Federal nº 15.176/2025” e reuniu pacientes, especialistas, representantes do poder público e entidades ligadas à causa.
Com o slogan “Fibromialgia: quando o corpo grita, mas ninguém ouve”, a audiência abriu espaço para relatos emocionantes, contribuições técnicas e encaminhamentos sobre temas como atendimento multidisciplinar, acesso ao diagnóstico, capacitação de profissionais, emissão de documentos, inclusão no mercado de trabalho, adaptação de atividades físicas e enfrentamento ao preconceito.
Ao abrir o encontro, o deputado Gilson de Souza destacou que a fibromialgia é uma doença real, embora muitas vezes invisível aos olhos da sociedade. “A fibromialgia é uma doença que muitas vezes não aparece nos exames, mas aparece na dor diária, no cansaço extremo, nas noites mal dormidas, nas limitações físicas, nas dificuldades de trabalho e, muitas vezes, na incompreensão da própria sociedade”, afirmou.
O parlamentar também reforçou que a audiência teve como principal objetivo ouvir as pessoas que convivem com a doença e construir caminhos para que os direitos previstos em lei sejam efetivamente cumpridos. “O Parlamento tem o dever de ouvir a sociedade. E quando a dor de uma parcela da população chega até esta Casa, nós precisamos responder com trabalho, responsabilidade e compromisso”, disse Gilson.
Atuação legislativa
Durante a audiência, o deputado ressaltou sua atuação na pauta. Gilson é autor da Lei Estadual nº 22.278/2024, em parceria com o deputado Anibelli Neto (MDB) e as deputadas Cristina Silvestri (PP) e Secretária Márcia (PSD), que reconhece as pessoas com fibromialgia como pessoas com deficiência no Paraná.
Ele também apresentou o Projeto de Lei nº 126/2025, assinado em conjunto com os deputados Ney Leprevost e Cristina Silvestri, que cria a Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia no Estado. “Essa lei representa um avanço importante, porque reconhece que a fibromialgia pode gerar impedimentos, limitações e barreiras reais na vida de quem convive com a doença. Mas sabemos que ainda há muito a ser feito”, afirmou.
Segundo Gilson, o projeto da carteira tem como objetivo facilitar o reconhecimento da condição, evitar constrangimentos e garantir mais agilidade no atendimento prioritário. “Muitas pessoas com fibromialgia sofrem não apenas com a dor, mas também com a desconfiança. A carteira de identificação vem justamente para ajudar a reduzir essa exposição, dar mais respeito ao paciente e tornar mais efetivo aquilo que a legislação já reconhece como direito”, destacou.
Lei federal e atendimento multidisciplinar
Representando a Secretaria de Estado da Saúde, o médico ortopedista Dr. Bruno Bodanese, gerente técnico do Complexo Hospitalar do Trabalhador, afirmou que o debate ocorre diante de um avanço legislativo concreto, mas alertou que a lei precisa sair do papel. “A lei, por melhor que ela seja, só transforma a vida das pessoas quando encontra estrutura, conhecimento e vontade para ser implementada”, afirmou.
Bodanese destacou que a fibromialgia exige um olhar integrado e não pode ser tratada apenas com medicamentos. “A fibromialgia não tem um único dono clínico. Exige a atuação do médico, psicólogo, fisioterapeuta, profissional de educação física, nutricionista, todos falando a mesma língua em prol do paciente”, explicou.
Para ele, o Paraná tem condições de se tornar referência nacional na organização do atendimento às pessoas com fibromialgia. “Precisamos de fluxos assistenciais claros, equipes de referência, protocolos clínicos e financiamento adequado. O Paraná pode e deve assumir o protagonismo dessa construção”, completou.
“Não queremos favores, queremos direitos”
Um dos momentos mais marcantes da audiência foi a fala de Janaína Santos, líder do Coletivo de Pacientes Fibromigas. Ela relatou sua própria experiência com a doença e apresentou demandas de pacientes de todo o Paraná.
Janaína contou que, antes da fibromialgia, trabalhava de 14 a 16 horas por dia e administrava quatro empresas. Com o avanço da doença, precisou abandonar os negócios e reorganizar completamente a vida. “A fibromialgia me tirou tudo. De uma pessoa que trabalhava 14, 16 horas por dia, passei a tomar 25 comprimidos por dia e, ainda assim, ter dores em níveis altíssimos”, relatou.
Ela afirmou que os pacientes não buscam privilégios, mas adaptações que permitam uma vida digna. “A gente não está aqui para se aproveitar do Estado. A gente precisa de adaptações que são justas pelo que a gente sofre, para que a gente possa viver como as outras pessoas. Nós somos cidadãos também”, disse.
Janaína também apresentou dados de uma pesquisa realizada com pacientes no Paraná. Segundo ela, 54% dos entrevistados ainda não conseguiram nenhum documento de pessoa com deficiência desde a entrada em vigor das leis; 47% dependem do SUS e aguardam a primeira consulta com reumatologista; apenas 12% conseguiram enquadramento como PCD nas empresas; e 81% relataram descrença, minimização da dor ou tratamento inadequado.
“São dados que mostram uma realidade muito difícil. Hoje a gente já tem o direito, mas os caminhos ainda precisam ser pavimentados”, resumiu.
Ministério Público destaca necessidade de política pública efetiva
A promotora de Justiça Dra. Simone Maria Tavernaro Pereira, representante do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção à Saúde Pública do Ministério Público do Paraná, parabenizou o deputado Gilson pela iniciativa e destacou a importância da participação social na construção de políticas públicas.
“Parabenizo o deputado por abrir esse espaço para um debate democrático, para assegurar o efetivo exercício da cidadania e garantir a participação popular na construção dessa política pública tão relevante”, afirmou.
A promotora ressaltou que a fibromialgia ainda é invisibilizada e muitas vezes estigmatizada por não apresentar sinais físicos aparentes. “É uma doença invisibilizada, incompreendida e até estigmatizada, por não apresentar sinais físicos aparentes. O primeiro passo é a conscientização de toda a sociedade para acolher com mais empatia o familiar, o amigo, o vizinho e o colega de trabalho que sofre com dores crônicas”, disse.
Simone também destacou que a Lei Federal nº 15.176/2025 reforça a necessidade de atendimento integral, multidisciplinar e de regulamentação adequada. “A lei, em tese, prevê atendimento integral pelo SUS. Mas precisamos estabelecer fluxos de atendimento, capacitação de profissionais e qualificação para que a avaliação biopsicossocial seja feita dentro do Sistema Único de Saúde”, pontuou.
Documento de identificação
O policial civil e papiloscopista Arthur Atolini, representante do Instituto de Identificação do Paraná, explicou os critérios para inclusão da informação sobre fibromialgia na Carteira de Identidade Nacional.
Segundo ele, o Instituto segue normas federais para emissão do documento, mas, no Paraná, já é possível incluir a simbologia de pessoa com deficiência e observação de saúde mediante apresentação de laudo médico com diagnóstico de fibromialgia. “Há atendimento prioritário e basta o laudo médico de fibromialgia para inserção do símbolo de deficiência física e observação de saúde”, explicou.
A informação foi considerada relevante pelos pacientes presentes, especialmente diante das dúvidas sobre quais documentos são necessários para garantir a identificação oficial.
Capacitação profissional e combate ao capacitismo
A fisioterapeuta e pesquisadora em saúde Glaicy Jorge, que também convive com fibromialgia, fez um forte apelo por capacitação dos profissionais da saúde e maior compreensão da sociedade. “Vim a esta tribuna não só para falar sobre leis, mas também para falar sobre vidas interrompidas”, afirmou.
Glaicy relatou que muitos pacientes enfrentam descrédito até mesmo durante o atendimento profissional. “A falta de capacitação profissional é uma das coisas que mais afeta. Muitas vezes, o profissional acaba desvalidando, desmerecendo, dizendo que é só psicológico, que é coisa da cabeça”, criticou.
Ela também defendeu que o tratamento precisa respeitar os limites reais de cada paciente, especialmente na recomendação de atividades físicas. “Parem de dizer simplesmente para a pessoa caminhar cinco minutos. Para muitas pessoas, isso pode gerar mais fadiga, mais dor e mais aversão. A reabilitação precisa ser adequada”, alertou.
Esporte, inclusão e adaptação
Representando a Secretaria de Estado do Esporte, Luís Paulo Mascarenhas afirmou que a pasta vem estudando formas de ampliar ações de inclusão e adaptação para pessoas com fibromialgia.
Ele citou experiências já desenvolvidas com outras condições, como o autismo, e explicou que a Secretaria busca parcerias com universidades e pesquisadores para construir propostas voltadas à fibromialgia. “A política pública de Estado demanda conhecimento e aprofundamento técnico. Estamos buscando informações junto à academia para entender o que o Paraná pode oferecer de melhor no cuidado e inclusão dessas pessoas”, afirmou.
Mascarenhas destacou que o esporte pode contribuir para a saúde física e mental dos pacientes, desde que respeite os limites individuais. “Estamos num processo de estudo para implementação de ações para inclusão da fibromialgia dentro do esporte no Estado do Paraná”, disse.
Participação dos pacientes
A audiência também abriu espaço para manifestações do público. Pacientes relataram dificuldades em perícias, problemas para obter reconhecimento como pessoa com deficiência, barreiras no ambiente de trabalho, falta de adaptação em atividades físicas e situações de preconceito.
Entre os relatos, a paciente Soraya destacou as dificuldades enfrentadas por servidores públicos com fibromialgia e cobrou atualização dos órgãos previdenciários. “As humilhações dentro das perícias são reais. A gente apresenta laudo e muitas vezes é tratada como se estivesse inventando. Que essas regras sejam atualizadas”, afirmou.
A participante Aline defendeu a criação da carteira de identificação como instrumento para mapear a realidade dos pacientes no Paraná. “Precisamos de um levantamento real e preciso dos fibromiálgicos no Estado. A carteirinha pode ajudar a identificar quem já tem diagnóstico e subsidiar políticas públicas”, disse.
Já Eduardo Rodrigues chamou atenção para a realidade dos homens com fibromialgia e para a necessidade de ampliar o debate na sociedade. “O homem não pode chorar, não pode dizer que está com dor. Nos grupos de dor, os homens quase não conversam. Precisamos refletir sobre respeito e empatia”, afirmou.
Encaminhamentos
Ao final da audiência, o deputado Gilson de Souza afirmou que o encontro marcou o início de uma nova etapa de diálogo com pacientes, especialistas e órgãos públicos. “Ouvimos depoimentos importantíssimos. Muitos de nós não conhecíamos a profundidade dessa realidade. Vimos o quanto essas pessoas precisam ser ouvidas e vistas”, declarou.
Gilson colocou o mandato à disposição para receber demandas e encaminhá-las aos órgãos competentes. “A nossa intenção, enquanto mandato, é ser um canal para ajudar. Fui autor de leis sobre o tema, mas precisamos avançar muito. O gabinete está à disposição para receber as demandas e buscar os caminhos necessários”, afirmou.
Para o deputado, a audiência deixou claro que a fibromialgia precisa ser tratada com mais seriedade, empatia e responsabilidade pública. “Não estamos tratando a fibromialgia como um tema passageiro. Estamos trabalhando para transformar dor invisível em reconhecimento público, relatos em políticas públicas e direitos escritos em direitos respeitados”, concluiu.
Semana Estadual Todos Contra a Pedofilia completa 13 anos mobilizando câmaras municipais, escolas, igrejas, famílias e instituições em defesa de crianças e adolescentes
A mobilização Todos Contra a Pedofilia voltou a ganhar força no Paraná nesta semana, com ações realizadas em diferentes municípios e instituições do Estado. A campanha é fruto da Lei Estadual nº 17.637/2013, de autoria do deputado estadual Gilson de Souza (PL), em parceria com o então deputado Leonaldo Paranhos, que instituiu no Calendário Oficial do Estado a Semana Estadual Todos Contra a Pedofilia, realizada anualmente entre os dias 13 e 18 de maio.
Criada com o objetivo de conscientizar a população sobre a gravidade da pedofilia, do abuso e da exploração sexual contra crianças e adolescentes, a lei estimula a realização de palestras, seminários, audiências públicas, debates, campanhas educativas e ações de mobilização envolvendo famílias, escolas, igrejas, conselhos tutelares, organizações sociais, rede de proteção e poder público.
Ao completar 13 anos, a mobilização ganha ainda mais relevância diante dos novos riscos enfrentados por crianças e adolescentes no ambiente digital, incluindo redes sociais, aplicativos de conversa, jogos online e até o uso criminoso de novas tecnologias.
Para o deputado Gilson de Souza, a lei nasceu com a missão de romper o silêncio e transformar a indignação da sociedade em prevenção, denúncia e proteção. “O meu maior motivador foi a consciência de que não poderíamos permanecer calados diante de uma violência tão cruel. Como pastor, pai, avô e parlamentar, sempre entendi que proteger crianças é uma missão sagrada. A lei nasceu para orientar famílias, mobilizar escolas, igrejas, organizações sociais e o poder público. Nós precisávamos transformar essa causa em uma política permanente de conscientização no Paraná”, afirmou Gilson.
Mobilização nos municípios
Desde o ano passado, o deputado Gilson de Souza tem incentivado a realização de eventos também nas Câmaras Municipais e em instituições da sociedade civil. A proposta é municipalizar o debate, levando informação e conscientização para mais perto das famílias, das escolas e da rede de proteção.
Em Araucária, a Câmara Municipal realizou, nesta quarta-feira, dia 13, um evento especial em alusão à campanha Todos Contra a Pedofilia. O encontro foi proposto pelo presidente da Câmara, vereador Pr. Eduardo Castilhos (PL), e contou com a presença do deputado Gilson de Souza, do prefeito Dr. Gustavo Botogoski (PL), autoridades municipais, representantes da rede de proteção, Polícia Civil, educadores, conselheiros tutelares, líderes religiosos, pais e responsáveis.
Durante o evento, Gilson destacou que a proteção da infância exige união entre Legislativo, Executivo, famílias, professores, igrejas, conselhos tutelares e toda a sociedade. “Precisamos ser a voz daqueles que não têm voz. A criança muitas vezes não sabe pedir socorro, mas ela dá sinais. Por isso, pais, professores, líderes religiosos, conselheiros tutelares e autoridades precisam estar atentos. Essa não é uma luta de uma pessoa ou de uma instituição. É uma responsabilidade de todos”, afirmou o deputado.
O prefeito de Araucária, Dr. Gustavo Botogoski, também defendeu que o enfrentamento à pedofilia seja uma pauta permanente. “Esse tema precisa ser tratado 365 dias por ano e 24 horas por dia. A pedofilia destrói famílias, sonhos e o futuro de crianças e adolescentes. Qualquer suspeita precisa ser denunciada. A denúncia pode ser feita pelo Disque 100, pelo Conselho Tutelar, pela Guarda Municipal ou pela rede de proteção”, destacou o prefeito.
Já o presidente da Câmara Municipal de Araucária, vereador Pr. Eduardo Castilhos, reforçou a importância de falar sobre o tema para proteger as vítimas. “Quando a gente se cala, acaba protegendo o agressor. Quando falamos sobre o assunto, debatemos e levamos informação, a proteção passa para as crianças e adolescentes. Precisamos ampliar essa mobilização e estar atentos todos os dias”, afirmou.
Mandaguaçu realiza mobilização pelo segundo ano consecutivo
Outro exemplo de engajamento municipal acontece em Mandaguaçu, onde a Câmara Municipal, a pedido do vereador Professor Mário, também realiza a mobilização Todos Contra a Pedofilia pelo segundo ano consecutivo. A programação de 2026 inclui ações nas ruas, escolas, Câmara Municipal e igrejas, com foco em informação, diálogo e prevenção.
Entre as atividades previstas estão a entrega de panfletos de conscientização, palestras para alunos, conferência de conscientização e evento em igreja local. A campanha no município tem como mensagem central: “Informar é prevenir. Silêncio também machuca.”
A iniciativa reforça o espírito da lei estadual: incentivar que a pauta seja assumida de forma ampla, espontânea e permanente por diferentes segmentos da sociedade.
Pedofilia virtual também é tema de debate
A mobilização deste ano também contou com a realização do webinar “Todos Contra a Pedofilia Virtual”, promovido pelo Instituto Tecnologia e Dignidade Humana, com participação do deputado Gilson de Souza e da presidente do Instituto, Cineiva Campoli Tono. O encontro teve como objetivo conscientizar a sociedade sobre fatores de risco e proteção no ambiente digital.
Durante a transmissão, Cineiva destacou a importância da união entre poder público, famílias, especialistas, instituições e organizações da sociedade civil para enfrentar as novas formas de violência contra crianças e adolescentes. “A proteção integral da criança e do adolescente cabe a todos nós. Precisamos conhecer a legislação, nos sensibilizar e agir. O mal que atinge a infância também está no ambiente virtual, e a sociedade precisa estar preparada para prevenir e enfrentar essa realidade”, afirmou.
Gilson também defendeu avanços na prevenção e na educação digital, especialmente diante da entrada em vigor do chamado ECA Digital. “O criminoso muitas vezes não entra pela porta da casa. Ele entra pela tela. Por isso, precisamos orientar as famílias, capacitar a rede de proteção e discutir ações de prevenção, educação digital e enfrentamento ao abuso sexual praticado por meios digitais”, afirmou o parlamentar.
Uma luta permanente
Para Gilson de Souza, a Semana Estadual Todos Contra a Pedofilia não pode ser vista apenas como uma data no calendário, mas como um chamado permanente à responsabilidade coletiva. “A proteção da criança precisa acontecer dentro de casa, nas escolas, nas igrejas, nos conselhos tutelares, nas instituições públicas e também no ambiente digital. Nenhuma instituição vence essa luta sozinha. Proteger nossas crianças é responsabilidade de todos”, concluiu.
Proposta pelo deputado Gilson de Souza, reunião vai debater direitos, atendimento multidisciplinar, inclusão e desafios enfrentados por pessoas com fibromialgia no Paraná
A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) realizará, no próximo dia 20 de maio, das 9h30 às 11h30, a audiência pública “Fibromialgia e as consequências da Lei Federal nº 15.176/2025”. O encontro acontecerá no Plenarinho da Alep e foi solicitado pelo deputado estadual Gilson de Souza (PL), com o objetivo de ampliar o debate sobre os direitos, os desafios e as políticas públicas voltadas às pessoas diagnosticadas com fibromialgia.
Com o tema “Fibromialgia, quando o corpo grita, mas ninguém ouve”, a audiência pública vai reunir autoridades, especialistas da área da saúde, representantes de instituições públicas e integrantes da sociedade civil para discutir os impactos da nova legislação federal, sancionada em 2025, que estabelece diretrizes para o atendimento de pessoas com fibromialgia, fadiga crônica, síndrome complexa de dor regional e doenças correlatas no Sistema Único de Saúde (SUS).
A Lei Federal nº 15.176/2025 prevê a criação de um programa nacional para orientar ações no SUS, com diretrizes como atendimento multidisciplinar, disseminação de informações, capacitação de profissionais, incentivo à pesquisa científica e estímulo à inserção dos pacientes no mercado de trabalho. A norma também admite a possibilidade de equiparação da pessoa com fibromialgia à pessoa com deficiência, condicionada à avaliação biopsicossocial por equipe multiprofissional e interdisciplinar.
Para o deputado Gilson de Souza, a audiência pública será um espaço importante para ouvir especialistas, esclarecer dúvidas da população e fortalecer a construção de políticas públicas mais efetivas no Paraná. “A fibromialgia é uma condição que causa dores intensas, limitações funcionais e impactos profundos na vida dos pacientes, mas ainda é muitas vezes invisibilizada. Precisamos transformar a dor dessas pessoas em pauta pública, em reconhecimento, em acolhimento e em direitos concretos”, afirma o parlamentar.
Lei e projeto sobre o tema na Alep – No Paraná, o deputado Gilson de Souza é um dos autores da Lei Estadual nº 22.278/2024, ao lado do deputado Anibelli Neto (MDB) e das deputadas Cristina Silvestri (PP) e Secretária Márcia (PSD), que reconhece as pessoas com fibromialgia como pessoas com deficiência no âmbito do Estado. A legislação garante o acesso aos direitos previstos no Estatuto da Pessoa com Deficiência, fortalecendo medidas de inclusão, prioridade no atendimento e proteção social.
O parlamentar também apresentou o Projeto de Lei nº 126/2025, em parceria com os deputados Ney Leprevost (REP) e Cristina Silvestri (PP), que institui a Carteira de Identificação para Pessoas com Fibromialgia. A proposta, em tramitação na Alep, busca facilitar o reconhecimento da condição e assegurar maior agilidade no atendimento em unidades de saúde, órgãos públicos e estabelecimentos privados.
Palestrantes convidados – Entre os palestrantes confirmados para a audiência pública estão o Dr. Antônio Techy, médico, representando a Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR); a Dra. Simone Maria Tavarnaro Pereira, promotora de justiça, representando o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção à Saúde Pública do Ministério Público do Paraná (MPPR); Arthur Atolini, papiloscopista, representando o Instituto de Identificação do Paraná; Luís Paulo Mascarenhas, representando a Secretaria de Estado do Esporte; Janaina Santos, líder do Coletivo de Pacientes Fibromigas; e a fisioterapeuta e pesquisadora em saúde Glaicy Jorge.
Serviço
Audiência Pública: “Fibromialgia e as consequências da Lei Federal nº 15.176/2025”
Data: 20 de maio de 2026 | Horário: das 9h30 às 11h30
Local: Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná
Endereço: Praça Nossa Senhora da Salete, s/nº – Centro Cívico, Curitiba – PR
Dia do Psicanalista, instituído no Paraná por iniciativa do deputado Gilson de Souza, destaca a importância da psicanálise no cuidado com as emoções e a vida humana
Celebrado anualmente em 6 de maio, o Dia do Psicanalista passou a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Estado do Paraná por meio da Lei Estadual nº 20.580/2021, de autoria do deputado estadual Gilson de Souza (PL). A iniciativa reconhece a importância dos profissionais da psicanálise e resgata para a sociedade paranaense o papel essencial da escuta, do acolhimento e do cuidado emocional.
Sancionada em 19 de maio de 2021, a lei instituiu oficialmente a data comemorativa no Paraná, estabelecendo o dia 6 de maio como momento de homenagem e valorização aos psicanalistas. A data escolhida faz referência ao nascimento de Sigmund Freud, reconhecido como o pai da psicanálise, e busca reforçar a relevância histórica, científica e social dessa área do conhecimento.
A proposta apresentada pelo deputado Gilson teve como objetivo destacar a atuação desses profissionais, que auxiliam pessoas na compreensão de conflitos interiores, no enfrentamento de angústias e no amadurecimento emocional. O projeto também ressaltou que a psicanálise trabalha com o inconsciente e pode contribuir para que o indivíduo compreenda melhor suas dores, emoções, comportamentos e relações.
Para o deputado Gilson de Souza, a criação da data é uma forma de reconhecimento público a uma atividade que tem impacto direto na vida de muitas pessoas. “Em um tempo em que tantas pessoas enfrentam dores emocionais, angústias e conflitos interiores, reconhecer o trabalho dos psicanalistas é valorizar profissionais que se dedicam à escuta, ao acolhimento e ao cuidado humano. Esta lei nasceu com o propósito de prestar uma justa homenagem a todos aqueles que exercem a psicanálise com responsabilidade, sensibilidade e compromisso com a vida”, destacou.
Segundo o parlamentar, a data também contribui para ampliar o debate sobre saúde emocional e para chamar a atenção da sociedade para a importância de buscar ajuda diante de sofrimentos muitas vezes silenciosos. “Nem toda dor aparece do lado de fora. Por isso, precisamos valorizar os profissionais que ajudam as pessoas a olharem para dentro, compreenderem seus conflitos e encontrarem caminhos de equilíbrio. O Dia do Psicanalista é uma homenagem, mas também um convite à reflexão sobre o cuidado com a mente e com as emoções”, finalizou o deputado Gilson.
Primeiro suplente do Partido Liberal, parlamentar assume mandato em Brasília com compromisso de defender a família, a vida, a liberdade religiosa e os valores cristãos
Deputado estadual Gilson de Souza com o recém-empossado deputado federal Pr. Itamar Paim e o Pr. Marcos Amorim
Brasília, 5 de maio de 2026 — O Pr. Itamar Paim tomou posse, nesta terça-feira (5), como deputado federal pelo Paraná. Primeiro suplente do Partido Liberal (PL), ele assume a vaga deixada pelo deputado federal Fernando Giacobo, convidado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior para comandar a Secretaria de Estado das Cidades (Secid).
Com a posse, o Paraná passa a contar com mais uma voz conservadora na Câmara dos Deputados. Ligado à Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ), Itamar Paim chega a Brasília com o compromisso de atuar em defesa da família, da vida, da liberdade religiosa, dos princípios cristãos e do direito dos pais na educação dos filhos.
Natural de Paranaguá, o novo deputado federal vive há mais de quatro décadas em São José dos Pinhais, onde consolidou sua trajetória ministerial, comunitária e política. Pastor titular da 59ª IEQ, na Borda do Campo, Itamar também exerce liderança regional e nacional dentro da denominação. Em 2022, recebeu 47.052 votos, resultado que o colocou como primeiro suplente de deputado federal pelo PL no Paraná.
Durante a posse, o parlamentar afirmou que assume o mandato com senso de missão e responsabilidade pública. “Não venho apenas ocupar uma cadeira. Venho cumprir uma missão. Vou legislar com a Bíblia em uma mão e a Constituição na outra, defendendo a família, a vida, a liberdade religiosa e os valores que ajudaram a formar a nossa nação”, declarou o deputado federal Pr. Itamar Paim.
A posse foi acompanhada por lideranças políticas e religiosas, entre elas o presidente da IEQ no Paraná, Pr. Marcos Amorim, e o deputado estadual Gilson de Souza (PL), companheiro de jornada política, partidária e ministerial de Itamar Paim.
Para o Pr. Marcos Amorim, a chegada de Itamar à Câmara Federal representa um momento importante para a IEQ no Paraná. “O Pr. Itamar Paim é um homem de fé, de trabalho e de compromisso com o Reino. Temos certeza de que será uma voz firme em defesa dos valores cristãos, da família e da liberdade religiosa”, afirmou.
O deputado estadual Gilson de Souza também celebrou a posse. “O Paraná ganha um deputado federal conservador, cristão e corajoso, que não vai negociar princípios. Tenho certeza de que o Pr. Itamar fará um grande trabalho em Brasília”, destacou Gilson.
Na Câmara Federal, Itamar Paim chega para somar forças com a bancada do PL do Paraná, composta pelos deputados Felipe Barros, Sargento Fahur e Vermelho, fortalecendo a atuação em defesa das pautas da direita e do conservadorismo.
Ao assumir o mandato, o novo deputado agradeceu à família, aos amigos, aos líderes e aos paranaenses que confiaram em seu nome nas urnas. “Cada voto, cada oração e cada palavra de apoio me trouxeram até este momento. A partir de hoje, essa confiança se transforma em trabalho”, concluiu Pr. Itamar Paim.
Atendendo proposição da vereadora Pra. Adriana Rocha, homenagem aprovada pela Câmara Municipal reconhece trajetória de fé, serviço e compromisso com a comunidade. Ato solene foi realizado na 59ª IEQ.
O deputado estadual Gilson de Souza (PL), membro do Conselho Estadual de Diretores da Igreja do Evangelho Quadrangular no Paraná (CED-PR), recebeu, nesta segunda-feira (04), o título de Cidadão Honorário de São José dos Pinhais. A honraria, proposta pela vereadora Pra. Adriana Rocha (PL), foi entregue durante um Ato Solene realizado no Culto Regional para Pastores e Líderes, promovido na 59ª IEQ de São José dos Pinhais.
A homenagem reconhece a trajetória pública, ministerial e comunitária do deputado, bem como os relevantes serviços prestados à população são-joseense. A concessão do título foi oficializada pela Lei Ordinária nº 4.852/2025, originada do Projeto de Lei nº 292/2025, de autoria da vereadora Pra. Adriana Rocha.
Durante a solenidade, o deputado federal Pr. Itamar Paim (PL), superintendente regional da IEQ e pastor titular da 59ª IEQ, também foi agraciado com o título de Cidadão Honorário do município. A homenagem ao pastor foi aprovada por meio do Decreto Legislativo nº 70/2026, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à comunidade.
Em sua fala, o deputado Gilson de Souza agradeceu à Câmara Municipal, à vereadora Pra. Adriana Rocha e à comunidade de São José dos Pinhais pelo reconhecimento. “Receber o título de Cidadão Honorário de São José dos Pinhais é uma honra que guardo com profunda gratidão no coração. Esta cidade tem um povo trabalhador, acolhedor e cheio de fé. Ao longo da nossa caminhada, sempre procuramos servir com responsabilidade, defendendo a vida, a família e ações que possam melhorar a vida das pessoas. Divido esta homenagem com minha família, com os amigos, com os pastores, líderes e com todos que caminham conosco nessa missão de servir a Deus e ao próximo”, afirmou.
A proposição que originou a homenagem destacou a atuação do parlamentar em defesa dos valores da família, da vida e da dignidade humana, além de sua contribuição para áreas como saúde, educação, esporte, assistência social e infraestrutura em São José dos Pinhais. Também ressaltou sua trajetória como pastor, parlamentar e liderança cristã com atuação no Paraná.
O deputado Pr. Itamar Paim também agradeceu a homenagem e destacou sua ligação histórica com o município. “São José dos Pinhais faz parte da minha vida, da minha família e do meu ministério. Aqui construímos uma caminhada de fé, trabalho e amor pelas pessoas. Receber este título é motivo de muita alegria e, ao mesmo tempo, de renovação do nosso compromisso com esta cidade. Agradeço à vereadora Pra. Adriana Rocha, à Câmara Municipal, à Igreja do Evangelho Quadrangular e a todos que fazem parte dessa história”, declarou.
Natural de Paranaguá, o Pr. Itamar Paim reside há mais de 47 anos em São José dos Pinhais. Pastor titular da 59ª IEQ, situada na Borda do Campo, ele exerce a superintendência de 36 igrejas no município e tem sua trajetória marcada pela formação de lideranças, expansão do trabalho evangelístico e atuação social. A justificativa do projeto que concedeu a honraria também destaca sua atuação missionária internacional e seu compromisso com a defesa da vida, da família e da dignidade humana.
Autora das proposições, a vereadora Pra. Adriana Rocha afirmou que a entrega dos títulos representa o reconhecimento público a duas lideranças que têm contribuído de forma significativa para São José dos Pinhais. “O título de Cidadão Honorário é uma das maiores honrarias concedidas pelo município. Ao homenagearmos o deputado Gilson de Souza e o Pr. Itamar Paim, reconhecemos trajetórias marcadas pelo serviço, pela fé, pela defesa de princípios e pelo compromisso com as pessoas. São líderes que, cada um em sua missão, têm deixado marcas importantes em São José dos Pinhais”, finalizou.
Instituído pela Lei Estadual nº 20.233/2020, o Dia da Pessoa com Visão Monocular, celebrado em 5 de maio, chama a atenção da sociedade para a conscientização, a garantia de direitos e o combate ao preconceito
Mais do que uma data no calendário, o Dia da Pessoa com Visão Monocular é um chamado à conscientização, ao respeito e à garantia de direitos. Celebrada anualmente em 5 de maio, a data foi instituída no Calendário Oficial de Eventos do Estado do Paraná pela Lei Estadual nº 20.233/2020, de autoria dos deputados estaduais Gilson de Souza (PL), Alexandre Curi (REP), Ademar Traiano (PSD) e do ex-deputado Delegado Francischini (PL).
A iniciativa tem como objetivo dar visibilidade às pessoas que enxergam com apenas um olho e que, por isso, enfrentam limitações reais no dia a dia, especialmente em atividades que dependem de noção de profundidade, campo visual amplo e percepção espacial. A visão monocular é reconhecida como deficiência sensorial, o que reforça a necessidade de políticas públicas, inclusão, acessibilidade e respeito à dignidade dessas pessoas.
Para o deputado estadual Gilson de Souza, a criação da data representa uma forma de trazer o tema para o centro do debate público e combater a invisibilidade enfrentada por muitos paranaenses. “Quando apresentamos essa iniciativa, nosso objetivo foi dar voz e visibilidade às pessoas com visão monocular. Muitas vezes, essa condição não é percebida pela sociedade, mas traz impactos importantes na vida de quem convive com ela. Esta lei é um instrumento de conscientização, respeito e defesa de direitos”, afirmou.
Durante a tramitação do projeto na Assembleia Legislativa do Paraná, a proposta destacou a importância de promover a inclusão social, ampliar a informação sobre a visão monocular e contribuir para que a população compreenda melhor os desafios enfrentados por quem possui essa condição. O projeto também chamou atenção para a necessidade de combater preconceitos e garantir mais oportunidades no acesso ao trabalho, à saúde, à educação e à cidadania.
Segundo Gilson de Souza, datas como esta cumprem um papel essencial na construção de uma sociedade mais justa e humana. “A pessoa com visão monocular precisa ser respeitada em seus direitos e reconhecida em suas necessidades. O poder público tem o dever de promover inclusão e criar condições para que todos possam viver com dignidade, sem discriminação e com igualdade de oportunidades”, finalizou o parlamentar.
Iniciativa reconhece profissionais que contribuem para reduzir demandas judiciais, fortalecer acordos e promover a cultura da paz na sociedade paranaense
O Paraná celebra nesta terça-feira (05) o Dia do Conciliador e do Mediador Judicial e Extrajudicial, data instituída pela Lei Estadual nº 20.231/2020, de autoria do deputado estadual Gilson de Souza (PL). A iniciativa incluiu oficialmente a homenagem no Calendário Oficial de Eventos do Estado, como forma de reconhecer a importância desses profissionais na construção de soluções pacíficas para conflitos.
A proposta teve também como objetivo valorizar o trabalho de homens e mulheres que atuam de forma imparcial na resolução de litígios, ajudando as partes envolvidas a construírem acordos de maneira mais rápida, equilibrada e menos onerosa. A lei estabelece que a data seja comemorada anualmente em 5 de maio.
Na justificativa da proposta, a conciliação e a mediação são apresentadas como instrumentos importantes para conferir celeridade processual, reduzir custos, restaurar o diálogo e fortalecer a cultura da pacificação social.
Para o deputado Gilson de Souza, a data representa mais do que uma homenagem, é uma oportunidade de chamar a atenção da sociedade para métodos eficazes de solução de conflitos. “Os conciliadores e mediadores exercem um papel fundamental na sociedade. São profissionais que ajudam a transformar conflitos em diálogo, promovendo acordos, reduzindo desgastes e contribuindo para que muitas demandas sejam resolvidas com mais agilidade. Neste 5 de maio, quero parabenizar todos os conciliadores e mediadores do Paraná pelo trabalho sério, imparcial e essencial que realizam em favor da pacificação social”, destacou.
O projeto que deu origem à lei também ressalta que a mediação e a conciliação contribuem para diminuir a sobrecarga do Poder Judiciário, especialmente em situações que podem ser solucionadas por meio do diálogo entre as partes. Dessa forma, os métodos consensuais ajudam a tornar a Justiça mais acessível, humana e eficiente.
A mediação é indicada, especialmente, para conflitos em que há necessidade de preservar ou reconstruir relações, permitindo que as partes participem ativamente da construção da solução. Já a conciliação costuma ser utilizada em conflitos mais simples, nos quais um terceiro imparcial auxilia na busca por um acordo possível.
Ao instituir a data, Gilson reforçou o compromisso com a valorização de práticas que estimulam a cultura da paz, o respeito mútuo e a solução responsável de divergências. “Quando há diálogo, todos ganham. A conciliação e a mediação mostram que muitos conflitos podem ser resolvidos sem prolongar sofrimentos, custos e desgastes. Por isso, essa lei é também um reconhecimento público a quem trabalha pela paz, pela justiça e pelo entendimento”, completou o deputado.